Modelo tomara-que-caia, decotado, sem decote, estilo ‘princesa’. São vários os tipos de vestidos que encantam as noivas e sua escolha é sempre um momento muito emocionante na vida delas. Por isso, conversamos com algumas bauruenses que já casaram e comentaram sobre a escolha, além de relembrarem o momento que o vestiram pela primeira vez. E recordar foi ainda mais emocionante! Confira os depoimentos:

Thais Coimbra


“Eu me casei no dia 3 de dezembro do ano passado e pra mim, o vestido de noiva era um sonho de infância! O meu vestido era de um modelo clássico e delicado, bem princesa – tomara-que-caia, com saia volumosa e cinta de cristais! Provei mais de 60 vestidos, mas não diria que foi difícil. Eu me diverti muito nessa busca! Nunca tive dúvidas de que iria encontrá-lo. E foi muito emocionante! É uma alegria enorme saber que o vestido dos seus sonhos é real! Fiquei em êxtase! Acho que escolhi um modelo atemporal que eu vou amar por toda a vida! Ele tem tudo a ver comigo. Acredito que seja importante pensar em como a noiva pretende aproveitar a festa. Vestido de noiva dificilmente é superconfortável, mas, se a noiva quer curtir a pista, por exemplo, é preciso escolher uma opção que permita que ela se movimente. Outra dica: Tão vale a pena optar por tendências muito inovadoras que daqui há alguns anos vão parecer terríveis. Mas, de tudo isso, o mais importante é: siga seu coração! Escolha o vestido com o qual você se sente no céu! Ainda estou encantada com tudo o que vivemos no nosso grande dia! Foi muito melhor do que os meus maiores sonhos! Sinto uma gratidão infinita por ter vivido isso!

Aline Doro Peral


“Eu me casei no dia 10 de setembro do ano passado, aqui em Bauru. E acredito que, antes de ficar noiva, toda mulher que pensa em casar já tem em mente pelo menos o modelo do vestido. No meu caso, sempre quis o modelo ‘princesa’, justo até a cintura e solto até o pé. Como já estava decidida, foi bem fácil encontrar o vestido ideal. Na primeira vez que o vesti não tinha caído a ficha ainda, pois ele era dois números maiores que o meu, até que a proprietária da loja pediu o meu número. Aí sim, quando provei, ele encaixou como uma luva! Não precisou de muitos ajustes. O que senti neste momento foi algo inexplicável. Hoje, eu escolheria exatamente o mesmo! A dica que eu dou para quem está noiva é ter apenas um modelo em mente, assim, tudo fica mais fácil de escolher. Confesso que, às vezes, tenho até vontade de ir à loja só para colocá-lo de novo!” (risos).

Ari Oliveira


“Eu me casei há pouco tempo, no dia 25 de março deste ano. Como ficamos noivos e demoramos um tempinho para marcar o casamento, não fiquei pensando muito no modelo, antes de marcamos a data. E olha, não foi nada fácil encontrá-lo! (risos). Acho que toda noiva pensa que, ao colocar o primeiro vestido, já irá se apaixonar. E não é assim, é como colocar um vestido de festa. A princípio, eu achei um modelo no Instagram e falei:’ é esse’. Era de uma médica que havia se casado em São Paulo e estava vendendo ele. Eu não pensava em mais nenhum e nem fui atrás para provar outros. Mas por conta do destino, ela acabou vendendo para uma amiga e foi uma decepção… Mas penso que não era pra ser o meu. Aí, fui em várias lojas em Bauru, algumas até duas, três vezes para provar novamente. Juro que imaginava que o vestido seria a coisa mais fácil de decidir, mas não foi! Eu provava e não tinha aquela certeza. Até que eu fui à Villa Novia, provei vários, mas teve um que eu coloquei e falei: ‘é esse!’ Quando falavam que, quando eu achasse o vestido certo, eu iria me olhar no espelho e ter a certeza, eu achava que era mentira, pois já tinha provado muitos e nenhum eu conseguia ter esse pensamento! (risos). Porém, depois de tanto procurar, eu realmente vi que foi justamente como me falaram! Para quem está noiva, não indico ficar procurando tanto. Se você provar um, se olhar no espelho e falar é esse, pronto! O vestido já está escolhido.”

Aline Lima


“Eu me casei no dia 22 de outubro do ano passado, no Recanto dos Nobres entre Bauru e Agudos. Antes de me casar, não sabia ao certo o modelo do vestido que escolheria, somente que não queria o modelo ‘tomara-que-caia’. O escolhido tem um corte da saia em ‘A’ e decote gola alta (ou cisne), todo bordado e um cinto inteiro bordado também. É lindo! (risos). Quando o vesti, senti uma emoção sem tamanho. Minha mãe e minha irmã estavam juntas e, quando me viram com o vestido, também se emocionaram. Eu me lembro como se fosse hoje, nós três nos olhamos e demos um ‘sorrisão’ acompanhado de lágrimas de emoção! Foi incrível! Recordar agora foi emocionante novamente. Lembrei de cada detalhe, do dia em que escolhi o vestido, da música que colocaram, da reação da minha mãe e da minha irmã ao me verem pela primeira vez vestida de noiva, das provas e do ‘grande dia’. Foi tudo sensacional! Se pudesse voltar um dia em minha vida, com certeza seria o dia do meu casamento!”

Vanessa Roberta Correa Gama


“O meu casamento foi dia 25 de julho de 1992, também aqui em Bauru. Quando fiquei noiva, já tinha o desejo de vestir um vestido de princesa. Acredito que a maioria das mulheres querem neste momento parecer com as princesas de conto de fadas, com muito glamour e romantismo. Meu vestido era mesmo um modelo de princesa, com muitos saiotes, pérolas e com um tecido encorpado com certo brilho de tafetá de seda, muito usado pela alta costura na época. Tentei encontrar um modelo para alugar, mas na época as lojas confeccionavam para venda e dificilmente para aluguel. Então busquei um modelo em revistas de noivas e contratei uma costureira profissional na área. Quando provei o vestido já com as aplicações de bordados e o véu, a emoção foi imensa, chorei e comecei ver meu sonho de um casamento mais próximo. Parecia que a medida que o vestido ia ficando pronto todo o restante ia dando certo e tomando forma, como se o vestido guiasse todo o processo de preparação da cerimônia! Hoje acredito que se tivesse a mesma idade que tinha quando me casei, escolheria um modelo bem parecido com aquele, mas o vestido tem muito a ver com o momento, idade e sonhos da noiva que irá utiliza-Lo. No meu caso escolheria o mesmo modelo princesa, assim como minha filha que está neste processo de escolha do vestido Iideal está fazendo. Ela se encantou com a ideia de se parecer com uma linda boneca. A sensação de relembrar tudo neste momento para mim é muito especial e de extrema alegria. Primeiramente, por ver o quanto fui e sou feliz em meu casamento, a despeito de lutas e dificuldades, e por estar fazendo 25 anos de união! Meu vestido sempre esteve em nossa memória por ser uma roupa tão especial para mim e meu esposo, posso dizer que ele ajudou a abençoar meu casamento!

Mayara Cruz Teixeira


“Eu me casei no dia 12 de julho de 2014, aqui em Bauru. Apesar de assistir inúmeras vezes a vários programas de televisão que versam sobre a escolha do ‘vestido de noiva ideal’, eu não tinha um modelo em mente, mas meu vestido possuía o modelo ‘sereia’, com bordados em pedraria em todo o corpete, com mangas curtas e um decote profundo nas
costas. E até que foi fácil encontrá-lo e me ‘apaixonei na primeira loja em que fui experimentar. Acredito que tenha sido o terceiro vestido que provei. E foi emocionante, principalmente quando foi colocado o véu. Ao me deparar frente ao espelho e, ao mesmo tempo ver o reflexo dos meus pais que me acompanhavam no dia da escolha, tive a certeza de que aquele vestido era ‘o certo’. Mesmo depois de olhar as fotos do casamento um milhão de vezes, mesmo após tendo sido passados quase três anos, eu amo o meu vestido. O conselho que dou para as noivas é não tente se encaixar em padrões. Não ouça comentários assim: ‘se você tem o quadril largo, não pode usar determinado tipo de vestido’, ou, ‘você é baixinha, não deve usar vestido tipo princesa’, dentre outros. Devemos ir sempre com a mente aberta e, principalmente, dispostas a experimentar os mais diversos tipos e modelagens de vestidos, assim como aconteceu comigo, certamente, você irá se surpreender e ter a certeza quando se deparar com o vestido ideal.”