Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade.
Aceitar
Social BauruSocial Bauru
  • HOME
  • AGENDA
  • CINEMA
  • ONDE IR
    • Listas
    • Bares / Restaurantes
    • Shows / Eventos
    • Teatros / Exposições
    • Lanchonetes / Burgers
    • Pizzarias / Massas
    • Cafeterias / Docerias
    • Gelaterias / Sorveterias
    • Parques / Feiras
    • Turismo
  • DESTAQUES
    • Bisbilhotando Bauru
    • Bauru na Rota
    • Bauru à Mão
    • Colunistas
    • Cultura / Comportamento
    • Moda / Beleza
    • Empórios / Mercados
    • Veículos
    • Casa / Arquitetura
    • Educação
    • Negócios / Tecnologia
    • Saúde / Esportes
    • Pets
    • Infantil
  • ANUNCIE
Reading: The Boys – Temporada 4
Share
Social BauruSocial Bauru
  • Agenda
  • Cinema
  • Onde ir
  • Destaques
Busca
  • HOME
  • AGENDA
  • CINEMA
  • ONDE IR
    • Listas
    • Bares / Restaurantes
    • Shows / Eventos
    • Teatros / Exposições
    • Lanchonetes / Burgers
    • Pizzarias / Massas
    • Cafeterias / Docerias
    • Gelaterias / Sorveterias
    • Parques / Feiras
    • Turismo
  • DESTAQUES
    • Bisbilhotando Bauru
    • Bauru na Rota
    • Bauru à Mão
    • Colunistas
    • Cultura / Comportamento
    • Moda / Beleza
    • Empórios / Mercados
    • Veículos
    • Casa / Arquitetura
    • Educação
    • Negócios / Tecnologia
    • Saúde / Esportes
    • Pets
    • Infantil
  • ANUNCIE
  • Sobre
  • Contato
  • Media Kit
Social Bauru | Gálata Tecnologia® Todos os direitos reservados | 2024
Social Bauru > Blog > Destaques > Colunistas > The Boys – Temporada 4
Colunistas

The Boys – Temporada 4

Quarto ano é o mais fraco, mas deixa o caminho pronto para o grande final

Gabriel Candido
By Gabriel Candido
Publicado 19/07/2024
Share
SHARE

Tanto para o “bem” ou para o “mal” e principalmente para quem não gostou, a quarta temporada chegou ao seu fim com um gosto meio amargo. Mas não que seja de todo mal, afinal, não é só de doce e salgado que se vive a vida.

Misturando política e fazendo um paralelo assustador com a realidade americana, a temporada conseguiu ser de longe a mais fraca. Com um início incrível e um final promissor, mas todo o meio trouxe a sensação de pura enrolação. A série acabou se tornando refém do seu próprio formato e repetindo situações exageradas, mas dessa vez, com pouco contexto, bem gratuito aliás. 

A temporada começou logo em seguida as situações da temporada anterior. O mundo está à beira. Victoria Neuman está mais perto do que nunca do Salão Oval e sob o controle de Capitão Pátria enquanto ele consolida seu poder. Bruto, com apenas alguns meses de vida, perdeu o filho de Becca e seu emprego como líder dos The Boys. O resto da equipe está farto de suas mentiras. Com os riscos mais altos do que nunca, eles devem encontrar uma maneira de trabalhar juntos e salvar o mundo antes que seja tarde demais.

Apesar do formato repetido, alguns núcleos dessa vez não fluíram de forma bacana, se nas temporadas anteriores, tivemos os arcos dramáticos com a Tesmpesta e o Soldier Boy, aqui a introdução dos novos personagens não foram lá tão interessantes. Eu entendo o objetivo, mas não rolou.

A temporada foi dos personagens secundários, afinal, os protagonistas acabaram se repetindo e mesmo que Antony Starr e Karl Urban sejam atores incríveis, seus personagens ficaram meio de lado durante toda a temporada, com exceção do final, claro. Histórias paralelas foram mais interessantes do que dos protagonistas, menos do Hughie (Jack Quaid) que continua insuportável.

Mas peraí, do que se trata The Boys? A série é uma produção do Prime Video, adaptação das histórias em quadrinhos com o mesmo nome. Ela conta a história de um universo onde os super-heróis existem e ao contrário do que a gente está acostumado, aqui tudo é negócio. Não existem bonzinhos e tudo gira em torno dos interesses governamentais e do dinheiro. E os supers agem como máfia, eles cobram por proteção, mas a proteção é deles mesmo. E no meio disso, temos o grupo “The Boys” que se juntou ao acaso para “derrotar”, ou melhor, ACABAR com os super. E entre as quatro temporadas, a violência explícita e gratuita se tornaram marcas da série. E como dito acima, se tornou sua própria maldição. 

“O Superman existe, é ativo de uma empresa bilionária, só defende os Estados Unidos e é uma ameaça sociopata”. É um ótimo enredo para uma história, ainda mais nos dias atuais com um fervor tão grande por universos de heróis, magia e cultura pop geek, Super-heróis existem, e eles têm um comportamento horrível (para não dizer outra coisa). 

Os super-heróis são todos controlados por uma empresa que se usa do marketing, merchandising e questões armamentistas para manter e continuar com seu sucesso. O humor negro, satírico e politicamente incorreto de todas essas questões já se faz perceptível e de excelente qualidade na série “The Boys”. 

Os caminhos da série começam a se expandir muito bem e surpreendentemente quando intrigas pessoais vão paralelamente dando atenção a suspenses e questões muito mais políticas, econômicas, sexuais e sociais, envolvendo assédio, tragédias, guerras e conflitos muitas vezes desencadeados e abafados justamente por aqueles que seriam os “mocinhos” em uma obra que mostra a total e realista ausência do maniqueísmo em seu universo. Até os nazistas aparecem por lá e o mais intrigante é que teve gente que não percebeu, ou melhor, fingiu que não viu. No geral, The Boys é uma das séries mais divertidas para se acompanhar, e agora é esperar o quinta e último ano da série. A premissa está pronta, se tem algo que essa temporada conseguiu foi trilhar o final. Mas para isso foram preciso oito episódios que poderiam ter sido em quatro.

Política e polêmicas

Depois de nazistas, nudez e violência explícita, quem poderia imaginar que o fator mais polêmico da série até então seria a assustadora relação com a realidade política. Em tempos de polarização e conteúdos da internet, a série soube aproveitar o tema e criar situações que coloquem os personagens de um universo hipotético de super poderes, para uma realidade cruel e dividida. 

E da polarização se criam movimentos que tem um único objetivo, destruir seu opositor e enfraquecer a democracia. Apesar de ser um fenômeno muito falado hoje em dia, o melhor modo para começarmos a entender a polarização é olhar para trás.

Como qualquer outro animal, o corpo do ser humano se modificou ao longo do tempo com um objetivo claro, apesar de inconsciente: adaptar-se às circunstâncias e ao ambiente para sobreviver o maior tempo possível. Uma das estratégias utilizadas era se juntar a outros indivíduos e formar grupos. Para ser aceito em um grupo, era preciso se mostrar digno de confiança, o que por sua vez exigia lealdade. Ela era fundamental para que um agrupamento de indivíduos agisse de modo coordenado e organizado. A grande questão é que ela , quando levada a fundo, implica em abrir mão da própria individualidade para aceitar as normas, crenças e ideias do grupo. Com isso, podemos dizer que nosso cérebro foi programado para encontrar uma turma, e se adaptar a ela. O grupo passa a fazer parte da identidade individual. Dessa forma, existe um prazer em ser fiel ao grupo, enquanto mudar de ideia e se opor ao grupo com o qual nos identificamos é altamente desconfortável. Assim a gente entende o porquê torcidas organizadas de futebol atuam da maneira que atuam, e aplicando ao universo da série, com heróis no contexto. Tudo fica por um fio.

Entre sátiras e metáforas (às vezes é bem explícito) a série criou um conflito entre dois lados, que até então, entre o bem e o mal. Como tudo nos dias de hoje, até fandom de série está polarizado. Nas redes sociais do mundo, há aqueles que estão amando a quarta temporada por razões políticas, da mesma forma como há quem esteja odiando pelos mesmos motivos. 

Inclusive, um dos grandes discursos é de que a série esteja sendo criticada amplamente porque adeptos da extrema-direita estão enfim percebendo que The Boys seja crítica a ideais defendidos por eles. E vale destacar que, sim, é um fato que o Capitão Pátria (Anthony Starr) virou um símbolo para membros da direita e da chamada ‘comunidade incel’, por mais que ele seja retratado como um facínora extremamente problemático.

De qualquer forma, a temporada não conseguiu ter o mesmo impacto das anteriores, talvez pela falta de grandes cenas de ação e um combate maior, pelo contrário, a temporada ficou tanto tempo no mesmo discurso “político” que acabou ficando um pouco repetitivo.

Polarizado ou não, existe uma unanimidade, a ansiedade para a próxima e última temporada. O cenário está pronto para uma possível guerra e acredito que já está na hora de chegarmos ao fim mesmo, as ideias sempre foram boas, mas o quarto ano conseguiu desgastar e mostrar que precisa amadurecer. Chega de piada com pênis, peitos e sexo. A gente já entendeu a sátira, agora precisa entregar. O quarto ano serviu apenas como ponto para o grande final, e esperamos que seja. Mas para isso alguns pontos precisam melhorar, lembrando que podemos ter uma segunda temporada do Gen V (série derivada). Que a autocrítica cresça e ganhe mais espaço, sem perder a identidade, é olhar no espelho e entender o que de fato ela quer falar. E no fundo, a gente já sabe.

The Boys, 2019 – 
Veredito: 3,5/5
Onde assistir: Prime Video
Temporadas: 4
Criadores: Eric Kripke
Agregador no Rotten Tomatoes: 93%
Avaliação IMDB: 8,7/10
Trailer: The Boys – Temporada 4 | Trailer Oficial | Prime Video – YouTube

Pearl: Filme de Ti West coloca o terror psicológico como protagonista
Nestas festas, vamos celebrar a vida
Coluna Professor Archimedes: “I have a dream”
Colunista indaga os bauruenses: como não gostar de livros?
Bauru de meu pai 
TAGS:Prime VideoTemporada 4The Boys
Compartilhe este artigo
Facebook Email Print
ByGabriel Candido
Publicitário, pós-graduado em Comunicação e Marketing Digital. No mercado publicitário desde 2012, atuando em agências de propaganda. Além da experiência na equipe de Marketing em emissoras de televisão. Gabriel se inspirou em seu primeiro emprego, em uma locadora de vídeos, para escrever e compartilhar uma coluna sobre filmes e séries. Afinal, ele tinha que fazer alguma coisa com o seu antigo sonho de se tornar um Tarantino aos 30 anos. Linktree: linktr.ee/gabrielhcandido
Artigo Anterior Assada e frita ao mesmo tempo: pizzaria no Bela Vista é especializada em massa fina
Próximo artigo Hospital Unimed tem setor de hemodiálise que prioriza conforto do paciente

Posts Recentes

  • Gera Bauru reúne mais de 2.900 vagas de emprego nesta terça-feira (27), na Praça Rui Barbosa
  • Capacitação da AEAPS aborda comunicação e relacionamento para o Terceiro Setor em novembro
  • Anhanguera inaugura novas instalações em Bauru e lança cursos para 2027
  • Noite filosófica reúne bate-papo inspirado em Platão, gastronomia e degustação de vinhos
  • 9 cidades turísticas para conhecer perto de Bauru
Social BauruSocial Bauru
Follow US

© Social Bauru 2026 | Política de Privacidade | Gálata Tecnologia® Todos os direitos reservados

Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?